Sometimes i can't sleep, my ghosts don't go away. So i amuse them with lost songs and words that i don't speek any more.
sabato 10 settembre 2011
lunedì 29 agosto 2011
My (white) Rose
Ontem foi o teu aniversário, mais um.
Sei que já não te escrevo no dia do teu aniversário... apercebi-me que era mais sereno, para mim e talvez para ti, escrever-te no dia seguinte. Ainda assim de cinco em cinco palavras tenho que parar e pestanejar, obrigar as lágrimas a voltarem à origem. Não chorei ontem sabes?! A vontade era imensa, mas não quis chorar. Ultimamente evito chorar ou chamar por ti, não te quero desassossegar e procuro encontrar algum conforto nestas "cartas" que te vou deixando aqui duas vezes por ano. Cartas que de nada servem, cartas que não lês e que não têm resposta. Aliás... supostamente devo acreditar que estás num sítio bem melhor, que estás em paz e feliz. Do fundo do meu coração não desejo outra coisa a não ser que estejas em paz, que te sintas feliz e que não sintas a falta que eu sinto! Este bocado de carne arrancado do peito, uma ferida que não sara. Uma dor que se tornou dormente, macilenta, há qual me habituei. Tenho em dias em que não sinto, são dias bons esses mas depois, a dor vinga-se da folga que deu ao coração e esfaqueia-me sem dó nem piedade.
Tenho saudades tuas! Hoje e sempre tenho saudades tuas! Continuo a pensar o que sei que nunca quererás ouvir. Não penso sempre. Só de vez em quando, quando o meu coração está mais longe do mundo e a minha alma mais perto da tua.
Hoje e sempre... e para sempre. Terei saudades tuas.
Sei que já não te escrevo no dia do teu aniversário... apercebi-me que era mais sereno, para mim e talvez para ti, escrever-te no dia seguinte. Ainda assim de cinco em cinco palavras tenho que parar e pestanejar, obrigar as lágrimas a voltarem à origem. Não chorei ontem sabes?! A vontade era imensa, mas não quis chorar. Ultimamente evito chorar ou chamar por ti, não te quero desassossegar e procuro encontrar algum conforto nestas "cartas" que te vou deixando aqui duas vezes por ano. Cartas que de nada servem, cartas que não lês e que não têm resposta. Aliás... supostamente devo acreditar que estás num sítio bem melhor, que estás em paz e feliz. Do fundo do meu coração não desejo outra coisa a não ser que estejas em paz, que te sintas feliz e que não sintas a falta que eu sinto! Este bocado de carne arrancado do peito, uma ferida que não sara. Uma dor que se tornou dormente, macilenta, há qual me habituei. Tenho em dias em que não sinto, são dias bons esses mas depois, a dor vinga-se da folga que deu ao coração e esfaqueia-me sem dó nem piedade.
Tenho saudades tuas! Hoje e sempre tenho saudades tuas! Continuo a pensar o que sei que nunca quererás ouvir. Não penso sempre. Só de vez em quando, quando o meu coração está mais longe do mundo e a minha alma mais perto da tua.
Hoje e sempre... e para sempre. Terei saudades tuas.
sabato 13 agosto 2011
giovedì 11 agosto 2011
Dave Mckean - Skeletons The Kiss
“Have you ever been in love? Horrible isn't it? It makes you so vulnerable. It opens your chest and it opens up your heart and it means that someone can get inside you and mess you up. You build up all these defenses, you build up a whole suit of armor, so that nothing can hurt you, then one stupid person, no different from any other stupid person, wanders into your stupid life...You give them a piece of you. They didn't ask for it. They did something dumb one day, like kiss you or smile at you, and then your life isn't your own anymore. Love takes hostages. It gets inside you. It eats you out and leaves you crying in the darkness, so simple a phrase like 'maybe we should be just friends' turns into a glass splinter working its way into your heart. It hurts. Not just in the imagination. Not just in the mind. It's a soul-hurt, a real gets-inside-you-and-rips-you-apart pain. I hate love.”
Neil Gaiman
martedì 12 luglio 2011
Estou cansada... é só mais uma das centenas de vezes em que penso que estou cansada e que mentalmente começo a meter coisas para dentro de uma mochila e apanho o próximo vaivém para a Lua. Porquê para a Lua? Por nada em particular e por tudo em geral, por ser demasiado longe, por não ter acesso a nada e ninguém com quem falar e por ser um sítio em que me veria obrigada a passar (mais) tempo comigo. Talvez me habituasse. A estar sozinha, sabes?! A controlar as minhas fúrias, os meus desapontamentos, a engolir esta vontade que surge now and then de te tratar terrivelmente mal por algo de que não tens culpa ou a golpear-me menos vezes com as lembranças, os e se e depois... e depois... depois não peguei em mochila nenhuma e não estou na Lua. Estou aqui outra vez, onde sempre estive, no meu próprio precipício mental de lágrimas que implodem porque há noites que são mais fáceis que outras e é somente isso. Noites mais fáceis que outras.
giovedì 28 aprile 2011
lunedì 11 aprile 2011
Expiration date
Can't sleep.
Can't sleep.
It's eating me, it's corroding me, it's keeping me away from... i really don't know...
One day it will fade. Unfortenately it's my fault.
I know!
Can't sleep.
It's eating me, it's corroding me, it's keeping me away from... i really don't know...
One day it will fade. Unfortenately it's my fault.
I know!
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