giovedì 28 aprile 2011
lunedì 11 aprile 2011
Expiration date
Can't sleep.
Can't sleep.
It's eating me, it's corroding me, it's keeping me away from... i really don't know...
One day it will fade. Unfortenately it's my fault.
I know!
Can't sleep.
It's eating me, it's corroding me, it's keeping me away from... i really don't know...
One day it will fade. Unfortenately it's my fault.
I know!
venerdì 25 marzo 2011
The pain... of it all
Hoje eu queria falar contigo! Mostrar-te a parte mais negra de mim, dizer-te que por vezes tudo não passa de uma farsa ou um jogo que queremos ganhar. É a vida sabes?! Tudo é um jogo e nós somos tão estreitos de pensamento que achamos que vamos ganhar. Não podemos! É um jogo perdido desde o início em que somos simplesmente uns idiotas. Já percebeste o objectivo final? Não é ganhar, é (sobre)viver, é conseguir manter o sorriso que te dá o aval para usares a máscara da felicidade... e é uma máscara tão pesada. Vives empurrando a morte com a barriga e com gestos e atitudes que te fazem acreditar que podes realmente ser feliz mas... olha para mim! Diz-me olhando bem dentro dos meus olhos se és feliz! Se sabes o que é que isso é para além do verbo, para além de ti e dos outros que te acompanham na farsa de sorrisos e de bem estar.
Diz-me por favor porque eu quero saber o que é ser feliz!!! É o que sempre mais quis na vida, porque sinceramente eu acho que é um mito, que não passa de uma ilusão temporal ou de um estado de ser e de estados estou eu enjoada.... Não tens noção do quanto me aborrecem as máscaras! Até as que uso me aborrecem! Acredito piamente que todos nós sabemos conjugar modos e tempos de verbos de ser e estar e sentir, mas eu só queria a serenidade e a serenidade soa-me a perfeição. A algo inatingível, que não se sente nem sabe e que existe algures, como aquela terra prometida que nunca ninguém viu mas no entanto caminha para lá.
Pergunto-me, imensas vezes, se sou a resposta a preces, não às tuas, já não tenho ilusões, mas se sou a resposta às minhas preces, às mais fervorosas, às nunca formuladas, às apenas ansiadas e sentidas. Sentidas como se a alma se fosse despedaçar em milhões de estrelas, como se corresses o risco de deixar de respirar por não as verbalizares.
Diz-me... acreditas em algo? Crês que dentro de ti se alimenta um monstro de tudo o que lhe dás? Diz-me! Serias capaz de trocar a tua vida pela minha salvação?
Aviso-te, a priori, que já não tenho salvação possível e que para mim tudo está perdido! Desisti há muito de procurar, de acreditar, que algures neste mundo existe uma alma que me saiba ler. Não! Não sou mais especial que o próximo e muito menos sou o Messias no meu reino de salvação. Sei... com todas as forças que me restam, que não sofro porque me é incontornável. Sofro porque a dor faz parte de mim.
Diz-me por favor porque eu quero saber o que é ser feliz!!! É o que sempre mais quis na vida, porque sinceramente eu acho que é um mito, que não passa de uma ilusão temporal ou de um estado de ser e de estados estou eu enjoada.... Não tens noção do quanto me aborrecem as máscaras! Até as que uso me aborrecem! Acredito piamente que todos nós sabemos conjugar modos e tempos de verbos de ser e estar e sentir, mas eu só queria a serenidade e a serenidade soa-me a perfeição. A algo inatingível, que não se sente nem sabe e que existe algures, como aquela terra prometida que nunca ninguém viu mas no entanto caminha para lá.
Pergunto-me, imensas vezes, se sou a resposta a preces, não às tuas, já não tenho ilusões, mas se sou a resposta às minhas preces, às mais fervorosas, às nunca formuladas, às apenas ansiadas e sentidas. Sentidas como se a alma se fosse despedaçar em milhões de estrelas, como se corresses o risco de deixar de respirar por não as verbalizares.
Diz-me... acreditas em algo? Crês que dentro de ti se alimenta um monstro de tudo o que lhe dás? Diz-me! Serias capaz de trocar a tua vida pela minha salvação?
Aviso-te, a priori, que já não tenho salvação possível e que para mim tudo está perdido! Desisti há muito de procurar, de acreditar, que algures neste mundo existe uma alma que me saiba ler. Não! Não sou mais especial que o próximo e muito menos sou o Messias no meu reino de salvação. Sei... com todas as forças que me restam, que não sofro porque me é incontornável. Sofro porque a dor faz parte de mim.
A ouvir Winning - The Sound
martedì 15 marzo 2011
I miss me
When the silence beckons,
And the day draws to a close,
When the light of your life sighs,
And love dies in your eyes,
Only then will I realise,
What you mean to me.
Inner Silence - Anathema
And the day draws to a close,
When the light of your life sighs,
And love dies in your eyes,
Only then will I realise,
What you mean to me.
Inner Silence - Anathema
giovedì 10 marzo 2011
venerdì 4 febbraio 2011
mercoledì 2 febbraio 2011
My selfish heart
já não necessito de ti
tenho a companhia nocturna dos animais e a peste
tenho o grão doente das cidades erguidas no princípio doutras galáxias, e o remorso
um dia pressenti a música estelar das pedras, abandonei-me ao silêncio
é lentíssimo este amor progredindo com o bater do coração
não, não preciso mais de mim
possuo a doença dos espaços incomensuráveis
e os secretos poços dos nómadas
ascendo ao conhecimento pleno do meu deserto
deixei de estar disponível, perdoa-me
se cultivo regularmente a saudade do meu próprio corpo
Ofício de Amar, Al Berto
tenho a companhia nocturna dos animais e a peste
tenho o grão doente das cidades erguidas no princípio doutras galáxias, e o remorso
um dia pressenti a música estelar das pedras, abandonei-me ao silêncio
é lentíssimo este amor progredindo com o bater do coração
não, não preciso mais de mim
possuo a doença dos espaços incomensuráveis
e os secretos poços dos nómadas
ascendo ao conhecimento pleno do meu deserto
deixei de estar disponível, perdoa-me
se cultivo regularmente a saudade do meu próprio corpo
Ofício de Amar, Al Berto
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