Estou cansada... é só mais uma das centenas de vezes em que penso que estou cansada e que mentalmente começo a meter coisas para dentro de uma mochila e apanho o próximo vaivém para a Lua. Porquê para a Lua? Por nada em particular e por tudo em geral, por ser demasiado longe, por não ter acesso a nada e ninguém com quem falar e por ser um sítio em que me veria obrigada a passar (mais) tempo comigo. Talvez me habituasse. A estar sozinha, sabes?! A controlar as minhas fúrias, os meus desapontamentos, a engolir esta vontade que surge now and then de te tratar terrivelmente mal por algo de que não tens culpa ou a golpear-me menos vezes com as lembranças, os e se e depois... e depois... depois não peguei em mochila nenhuma e não estou na Lua. Estou aqui outra vez, onde sempre estive, no meu próprio precipício mental de lágrimas que implodem porque há noites que são mais fáceis que outras e é somente isso. Noites mais fáceis que outras.
martedì 12 luglio 2011
giovedì 28 aprile 2011
lunedì 11 aprile 2011
Expiration date
Can't sleep.
Can't sleep.
It's eating me, it's corroding me, it's keeping me away from... i really don't know...
One day it will fade. Unfortenately it's my fault.
I know!
Can't sleep.
It's eating me, it's corroding me, it's keeping me away from... i really don't know...
One day it will fade. Unfortenately it's my fault.
I know!
venerdì 25 marzo 2011
The pain... of it all
Hoje eu queria falar contigo! Mostrar-te a parte mais negra de mim, dizer-te que por vezes tudo não passa de uma farsa ou um jogo que queremos ganhar. É a vida sabes?! Tudo é um jogo e nós somos tão estreitos de pensamento que achamos que vamos ganhar. Não podemos! É um jogo perdido desde o início em que somos simplesmente uns idiotas. Já percebeste o objectivo final? Não é ganhar, é (sobre)viver, é conseguir manter o sorriso que te dá o aval para usares a máscara da felicidade... e é uma máscara tão pesada. Vives empurrando a morte com a barriga e com gestos e atitudes que te fazem acreditar que podes realmente ser feliz mas... olha para mim! Diz-me olhando bem dentro dos meus olhos se és feliz! Se sabes o que é que isso é para além do verbo, para além de ti e dos outros que te acompanham na farsa de sorrisos e de bem estar.
Diz-me por favor porque eu quero saber o que é ser feliz!!! É o que sempre mais quis na vida, porque sinceramente eu acho que é um mito, que não passa de uma ilusão temporal ou de um estado de ser e de estados estou eu enjoada.... Não tens noção do quanto me aborrecem as máscaras! Até as que uso me aborrecem! Acredito piamente que todos nós sabemos conjugar modos e tempos de verbos de ser e estar e sentir, mas eu só queria a serenidade e a serenidade soa-me a perfeição. A algo inatingível, que não se sente nem sabe e que existe algures, como aquela terra prometida que nunca ninguém viu mas no entanto caminha para lá.
Pergunto-me, imensas vezes, se sou a resposta a preces, não às tuas, já não tenho ilusões, mas se sou a resposta às minhas preces, às mais fervorosas, às nunca formuladas, às apenas ansiadas e sentidas. Sentidas como se a alma se fosse despedaçar em milhões de estrelas, como se corresses o risco de deixar de respirar por não as verbalizares.
Diz-me... acreditas em algo? Crês que dentro de ti se alimenta um monstro de tudo o que lhe dás? Diz-me! Serias capaz de trocar a tua vida pela minha salvação?
Aviso-te, a priori, que já não tenho salvação possível e que para mim tudo está perdido! Desisti há muito de procurar, de acreditar, que algures neste mundo existe uma alma que me saiba ler. Não! Não sou mais especial que o próximo e muito menos sou o Messias no meu reino de salvação. Sei... com todas as forças que me restam, que não sofro porque me é incontornável. Sofro porque a dor faz parte de mim.
Diz-me por favor porque eu quero saber o que é ser feliz!!! É o que sempre mais quis na vida, porque sinceramente eu acho que é um mito, que não passa de uma ilusão temporal ou de um estado de ser e de estados estou eu enjoada.... Não tens noção do quanto me aborrecem as máscaras! Até as que uso me aborrecem! Acredito piamente que todos nós sabemos conjugar modos e tempos de verbos de ser e estar e sentir, mas eu só queria a serenidade e a serenidade soa-me a perfeição. A algo inatingível, que não se sente nem sabe e que existe algures, como aquela terra prometida que nunca ninguém viu mas no entanto caminha para lá.
Pergunto-me, imensas vezes, se sou a resposta a preces, não às tuas, já não tenho ilusões, mas se sou a resposta às minhas preces, às mais fervorosas, às nunca formuladas, às apenas ansiadas e sentidas. Sentidas como se a alma se fosse despedaçar em milhões de estrelas, como se corresses o risco de deixar de respirar por não as verbalizares.
Diz-me... acreditas em algo? Crês que dentro de ti se alimenta um monstro de tudo o que lhe dás? Diz-me! Serias capaz de trocar a tua vida pela minha salvação?
Aviso-te, a priori, que já não tenho salvação possível e que para mim tudo está perdido! Desisti há muito de procurar, de acreditar, que algures neste mundo existe uma alma que me saiba ler. Não! Não sou mais especial que o próximo e muito menos sou o Messias no meu reino de salvação. Sei... com todas as forças que me restam, que não sofro porque me é incontornável. Sofro porque a dor faz parte de mim.
A ouvir Winning - The Sound
martedì 15 marzo 2011
I miss me
When the silence beckons,
And the day draws to a close,
When the light of your life sighs,
And love dies in your eyes,
Only then will I realise,
What you mean to me.
Inner Silence - Anathema
And the day draws to a close,
When the light of your life sighs,
And love dies in your eyes,
Only then will I realise,
What you mean to me.
Inner Silence - Anathema
giovedì 10 marzo 2011
venerdì 4 febbraio 2011
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